05/11/2018 13h55 - Atualizado em 09/11/2018 14h58

INSS

Presidente do órgão enfatiza necessidade de novo concurso

O Instituto solicitou 3.984 vagas para técnico (nível médio; R$5.186,79), 1.692 para analista (nível superior; R$7.659,87) e 2.212 para perito (graduação em Medicina; R$12.638,79).

Em declaração dada pelo presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Edison Garcia, na última segunda-feira, 5, o mandatário admitiu que aposentadorias poderão agravar ainda mais o atendimento do órgão à população a partir de janeiro de 2019.

Para reagir e reparar os problemas sem poder realizar um novo concurso, Garcia acenou que tomará medidas para modernizar o atendimento nas agências, como a implementação de sistemas de inteligência para a concessão de benefícios, na intenção de reduzir filas de espera.

O presidente planeja, através de negociação com o governo, conseguir reter por um ano, prorrogável por mais um, os servidores que poderão se aposentar em 2019.

Garcia ainda não garante que obterá autorização do governo para realizar um novo concurso, apesar de se mostrar esperançoso. Tramita no Ministério do Planejamento, atualmente, um pedido para 7.888 vagas de técnico, analista e perito médico.

Outra estratégia que pode ser usada para tentar zerar a fila nas agências e não perder mais servidores prestes a se aposentar é a criação de um bônus de R$60 por processo analisado por servidor, além do trabalho em home office.

Já foi formalmente encaminhada uma medida provisória ao Ministério do Desenvolvimento e discutida com o Ministério do Planejamento, já que Garcia considera essencial reter os servidores que já podem se aposentar em janeiro.

Levantamento feito pelo próprio INSS aponta, no órgão, um déficit atual de 16.500 servidores. Outros 18.000 já possuem contribuição suficiente para se aposentar, e boa parte dessa quantidade deverá retirar-se da carreira a partir de janeiro.

Caso ocorram, de fato, aposentadorias no volume esperado, os serviços do INSS poderão entrar em colapso. Devido a situação de urgência, é esperado que a equipe econômica do presidente eleito, Jair Bolsonaro, possa autorizar concurso para a autarquia no ano que vem.

O Orçamento da União para 2019 não prevê gastos com um concurso público do INSS, no entanto, é possível usar uma fatia de uma reserva técnica de R$411 milhões, que são para futuros concursos do interesse do próximo presidente.

O pedido que segue pendente de aprovação no Ministério do Planejamento tem oferta de 3.984 vagas para técnico, que requer nível médio e remunera em R$5.186,79; 1.692 para analista, que pede nível superior em áreas que ainda serão informadas e paga em R$7.659,87; e 2.212 para perito, que exige graduação em Medicina, com encargos de R$12.638,79.

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